Não há nada de errado com as grandes confraternizações, reuniões familiares, boas refeições, presentes, enfeites nas casas e o brilho da sedução do comércio. Há, porém, em meio a tudo isso, o risco de perdermos o sentido do Natal.
Natal tem a ver com a Pessoa de Jesus e a salvação pela graça, mediante a fé. Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna (João 3.16). Tais palavras nos falam do imenso amor de Deus.
Jesus Cristo, segundo a Bíblia, nasceu na pequena cidade de Belém, num ambiente bastante humilde. Seus pais não possuíram riquezas materiais, mas foram pais ideais, porque tementes a Deus, viveram o amor conjugal evidenciado na responsabilidade.
O Natal se converteu na festa dos presentes porque Deus já nos deu o melhor – o Seu Filho. Quem recebeu a Jesus não deve se entristecer, caso não receba outros presentes.
José e Maria não precisaram da excessiva abundância de bens para viverem a vida que satisfaz.
Rev. Sebastião Silvestre