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FAMÍLIA EM CONSERVA

 “Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta se não para, lançado fora, ser pisado pelos homens”. Mateus 5. 13.

A crítica moderna à “família em conserva” ignora um princípio bíblico vital: a preservação é a antítese da morte. No princípio, Deus estabeleceu o Jardim do Éden como um ambiente de conservação perfeita, onde a vida era eterna (Gênesis2). Contudo, a queda do homem em Gênesis 3 foi como” abrir a lata”; o pecado rompeu o selo da proteção divina e introduziu a decomposição e o “prazo de validade” da morte na humanidade (Romanos 5. 12).

Neste cenário de deterioração moral, Cristo nos deu uma identidade clara: “Vós sois o sal da terra”. Jesus não nos chamou para o elemento que impede a podridão. O sal impede o apodrecimento das conservas, a corrupção da carne, é ele que estanca a infecção. Assim, famílias conservadoras não são uma tras o cultural, mas aquilo que detém a deterioração deste mundo, resistindo ao espírito do anticristo e à podridão social.

Portanto, ser conservador é a linhar–se ao desejo de Deus de “santificar-nos em tudo”, conservando irrepreensíveis o nosso espírito, alma e corpo (1Tessalonicenses 5. 23). Enquanto o mundo perece rapidamente fora da graça, aqueles que permanecem “na conserva” do Evangelho garantem não apenas a sobrevivência moral de sua linhagem, mas a promessa da vida eterna, onde a corrupção jamais entrará (1Pedro 1. 4).

Rev. Jahyr Eliel Theodoro

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